Todos nós sabemos da importância em se conseguir uma matriz energética segura para o país. Hoje contamos com as hidrelétricas como nossa principal fonte na matriz. Temos as demais usinas, térmicas e nucleares com papéis de características mais coadjuvantes do sistema energético.
No entanto, observando desta forma, notamos que os componentes da matriz que mais estão ganhando destaque depois das hidrelétricas são componentes com alto risco sócio-ambiental que, embora com menor custo de instalação no curto prazo, representam maior impacto ambiental negativo, são tratados como componentes que "sujam" a matriz.
Nos paradigmas atuais, onde a sociedade exige uma busca constante para produção com o menor impacto ambiental possível, notamos que estamos indo na contramão do processo; segundo o Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, um dos motivos que barram o desenvolvimento de soluções "limpas" para produção de energia é justamente o alto grau de investimento inicial em relação às usinas térmicas e nucleares.
No entanto, o Ministro Carlos Minc já sinaliza que o país pode contar com incentivos para o desenvolvimento e produção de componentes para uma matriz mais limpa, como é o caso dos equipamentos para geração de energia eólica e solar.
O trecho de reportagem da série Vozes do Clima do Fantástico (Globo), transmitido em 19.04.2009 destaca as opiniões de especialistas e dos ministros de Minas e Energia e Meio Ambiente em relação a situação da matriz energética brasileira.
Embora estajamos atrasados no desenvolvimento de infra-estrutura energética alternativa menos poluente, o país tem potencial e capacidade de sobra para se tornar modelo mundial em sustentabilidade energética.
De tudo, uma coisa é certa: Temos ainda muito caminho pela frente antes de alcançar uma matriz energética "limpa" e que supra toda a demanda do país, até lá a saída mais plausível é justamente a diversificação, e disso o brasileiro entende bem.
No entanto, observando desta forma, notamos que os componentes da matriz que mais estão ganhando destaque depois das hidrelétricas são componentes com alto risco sócio-ambiental que, embora com menor custo de instalação no curto prazo, representam maior impacto ambiental negativo, são tratados como componentes que "sujam" a matriz.
Nos paradigmas atuais, onde a sociedade exige uma busca constante para produção com o menor impacto ambiental possível, notamos que estamos indo na contramão do processo; segundo o Ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, um dos motivos que barram o desenvolvimento de soluções "limpas" para produção de energia é justamente o alto grau de investimento inicial em relação às usinas térmicas e nucleares.
No entanto, o Ministro Carlos Minc já sinaliza que o país pode contar com incentivos para o desenvolvimento e produção de componentes para uma matriz mais limpa, como é o caso dos equipamentos para geração de energia eólica e solar.
O trecho de reportagem da série Vozes do Clima do Fantástico (Globo), transmitido em 19.04.2009 destaca as opiniões de especialistas e dos ministros de Minas e Energia e Meio Ambiente em relação a situação da matriz energética brasileira.
Embora estajamos atrasados no desenvolvimento de infra-estrutura energética alternativa menos poluente, o país tem potencial e capacidade de sobra para se tornar modelo mundial em sustentabilidade energética.
De tudo, uma coisa é certa: Temos ainda muito caminho pela frente antes de alcançar uma matriz energética "limpa" e que supra toda a demanda do país, até lá a saída mais plausível é justamente a diversificação, e disso o brasileiro entende bem.

Acho que energia solar é realmente bom pra o Brasil.
ResponderExcluirOlá, então, também acredito nesse potencial incrível que o Brasil tem, e espero que ele caminhe para um rumo positivo no caminho da Sustentabilidade.
ResponderExcluirObrigada pelo carinho e pela visita ao meu blog.
Beijo, Elis
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http://entreossilencios.blogspot.com/
Oi...
ResponderExcluirmuito bom seu blog...vou add a minha lista de blogs.
ERICA SENA/ PENSAR ECO
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blog: http://pensareco.blogspot.com/